TEXTOS

Roberto Schwarz

BIOGRAFIA E BIBLIOGRAFIA RESUMIDAS

 

Trajetória acadêmica

 

Roberto Schwarz nasceu em 20 de agosto de 1938, em Viena, Áustria. Sua família, judia, veio  para o Brasil quanto ele tinha apenas quatro meses de idade pois a Alemanha havia anexado a Áustria. Em 1960, formou-se em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo e entre 1961 e 1963 estudou literatura no Mestrado em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de Yale, EUA – nesse período o departamento de literatura comparada era dirigido pelo famoso crítico René Wellek. Sua formação completou-se em 1976 com o doutorado em Estudos Latino-Americanos (Estudos Brasileiros) na Universidade de Paris III. Retornando ao Brasil, tornou-se professor de Teoria Literária na Universidade Estadual de Campinas no período de 1978 até 1992.

 

Crítica

 

A sereia e o desconfiado. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1965 (Nova edição pela Paz e Terra, 1981).

 

Ao vencedor as batatas: forma literária e processo social nos inícios do romance brasileiro. São Paulo: Duas Cidades, 1977.

 

O pai de família. Rio de Janeiro: paz e Terra, 1978.

 

Os pobres na literatura brasileira (organização). São Paulo: Brasiliense, 1983.

 

Que horas são? São Paulo: Cia das Letras, 1987.

 

Um mestre na periferia do capitalismo: Machado de Assis. São Paulo: Duas Cidades, 1990.

 

Misplaced ideas. Londres: Verso, 1992.

 

Duas meninas. São Paulo: Cia das Letras, 1997.

 

Seqüências brasileiras. São Paulo: Cia das Letras, 1999.

 

 

Criação

 

Pássaro na gaveta. São Paulo: Massao Ohno, 1959 (poesia).

 

Corações veteranos. Rio de Janeiro: Coleção Frenesi, 1974 (poesia).

 

A lata de lixo na história. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977 (teatro).

 

 

Tradução

 

Males da juventude, de Ferdinand Brickner. Encenado pelo Teatro Jovem, São Paulo: 1961.

 

Cartas sobre a educação estética da humanidade, de Friedrich Schiller (introdução e notas de Anatol Rosenfeld). São Paulo: Herder, 1963. A educação estética do homem (introdução, notas e co-tradução de Márcio Suzuki). São Paulo: Iluminuras,  1995.

 

“A ideologia em real”, de Karl Marx, d “Indivíduo e díade”, de Georg Simmel, in Homem e sociedade (organização de Fernando Henrique Cardoso e Octávio Ianni). São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1966.

 

A vida de Galileu, de Bertolt Brecht. Encenado pelo Teatro Oficina, São Paulo: 1968. São Paulo: Abril, 1977, Coleção Teatro Vivo.

 

A exceção e a regra, de Bertolt Brecht. Encenado pelo TUSP, São Paulo: 1968.

 

Idéias para a sociologia da música”, de Theodor W. Adorno, in Teoria e prática, no. 3, 1968.

 

Sobre Hegel, imperialismo e estagnação estrutural”, de Albert O. Hirschman, in Novos Estudos Cebrap, vol. I, no. 1. São Paulo: dezembro de 1981.

 

“Duas crônicas norte-americanas”, de Ariel Dorgman, in Novos Estudos Cebrap, vol. 1, n.3. São Paulo: junho de 1982.

 

A Santa Joana dos Matadouros, de Bertlt Brecht, in Novos Estudos Cebrap, no. 4, São Paulo: 1982. Republicado em Que horas são?, op. cit., no Teatro Completo de Bertolt Brecht, vol. IV. São Paulo: Paz e Terra, 1990; e na Coleção Leitura. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

 

 

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